Derepente já estava aqui
Os meus olhos que antes procuravam
Acharam algo em ti
Surpreendente!
Poderia fazer loucuras
Ir te procurar de madrugada
Somente para te ver e sentir
Tu que me tens
De uma maneira
Que nem mesma compreendo
Dono dos meus desejos
Tomaste meus pensamentos
Não sou uma criança
Já passaram os dias de fantasias
O que existe é o presente e o porvir
Agora te quero, sim eu te quero
E não sou de desistir
Se não me quiseres, que importa?
A vida é assim
Nem sempre temos o que queremos
Todavia, saberás que tivestes a mim
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
sábado, 6 de outubro de 2007
Vontade de você
Ah coração
Por que você é assim?
Teimoso, sempre com vontade
De ter o que somente
Foi e será ilusão
Você inventou fantasias
E já estava vivendo nelas
Fez o seu castelo perto do mar
E ele se desmanchou na primeira onda
Misturou-se a água fria
Mergulhou nos olhos daquele alguém
Na vontade de sentir o gosto do seu beijo
Ah coração, você sempre foi assim
Romântico, esse é seu defeito
Sua boca ainda deseja
Roçar aqueles lábios
Sentir aquele corpo em você
Que pena coração!
Terá que esquecer
Por que você é assim?
Teimoso, sempre com vontade
De ter o que somente
Foi e será ilusão
Você inventou fantasias
E já estava vivendo nelas
Fez o seu castelo perto do mar
E ele se desmanchou na primeira onda
Misturou-se a água fria
Mergulhou nos olhos daquele alguém
Na vontade de sentir o gosto do seu beijo
Ah coração, você sempre foi assim
Romântico, esse é seu defeito
Sua boca ainda deseja
Roçar aqueles lábios
Sentir aquele corpo em você
Que pena coração!
Terá que esquecer
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Voltas
Girando vai o mundo
Nessa constante repetição
Passam as horas, os segundos
Sozinho está meu coração
Gira mundo, torna a girar
Quem sabe numa das suas voltas
Aquele por quem meu peito suspira...
Eu possa enfim encontrar
Esse é o mal dos românticos
Sempre em busca de uma paixão
Se não há, que importa?
Faz-se uma de ilusão
Nessa constante repetição
Passam as horas, os segundos
Sozinho está meu coração
Gira mundo, torna a girar
Quem sabe numa das suas voltas
Aquele por quem meu peito suspira...
Eu possa enfim encontrar
Esse é o mal dos românticos
Sempre em busca de uma paixão
Se não há, que importa?
Faz-se uma de ilusão
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Desde mi interior
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Mergulhei em seus olhos
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14:05
Às vezes eu falhei
Mas você continuou fiel
Tua graça me levantou
Me basta teu amor
Deus Eterno
Tua luz para sempre brilhará
E tua glória é imcomparável e sem final
Senhor, tua vontade permanecerá
em ti eu quero me perder
em adoração
Do meu coração, te dou o controle
consuma todo o meu interior, Deus
Justiça e amor
Me abraçam Senhor
Te amo desde meu interior
Mas você continuou fiel
Tua graça me levantou
Me basta teu amor
Deus Eterno
Tua luz para sempre brilhará
E tua glória é imcomparável e sem final
Senhor, tua vontade permanecerá
em ti eu quero me perder
em adoração
Do meu coração, te dou o controle
consuma todo o meu interior, Deus
Justiça e amor
Me abraçam Senhor
Te amo desde meu interior
Quantas vezes eu chorei e você enxugou minhas lágrimas. Acredita em mim até quando eu mesma não acredito. Meu coração pertence a Ti. Todos podem me abandonar mas sei que você permanecerá. Nunca me esquecerei de quando disseste: Vai dar tudo certo! Não foi meu coração ou imaginação minha. Vai dar tudo certo! Eu acredito!
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Lugar predileto
Fugiu!
A poesia fugiu
Não!
Eis que a encontro
em seu lugar predileto
pulsando no mesmo compasso
das batidas do meu coração
A poesia fugiu
Não!
Eis que a encontro
em seu lugar predileto
pulsando no mesmo compasso
das batidas do meu coração
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Redoma
Hoje eu saio da redoma
Dessa vida tão regrada
Direi aquilo que sinto
Escute-me, não ficarei calada
Hoje eu saio da redoma
Chutarei o pau da barraca
Você não manda no que eu penso
Não me diga que sou fraca
Se eu pinto o cabelo
Ou uso roupa apertada
Que lhe importa os meus defeitos?
Se estou certa ou errada?
Não me olhe como tolo
Já cansei de ser lesada
Lesada em meus sonhos
Que você diz serem ilusões
Lesada em meus sentimentos
Por tamanhas decepções
Hoje eu saio da redoma
Na qual eu estava
Talvez para me proteger do mundo
ou somente das suas palavras
Fique quieta! Você não sabe o que diz!
Já cansei, agora basta!
Se é auto-suficiente
que tal viver sozinho
sua vida deslumbrada?
Não me diga o que sou
Pois de mim nada conhece
Somente a ponta do seu próprio nariz
É onde enxergar consegue
Você não sabe o que é amar
Pois só ama a si mesmo
E o que mais dói é perceber
Que, pouco a pouco, estão lhe corroendo
As agruras do seu ser
Hoje eu sai da redoma
Não preciso mais dela
para distante me manter
da poeira que há em você.
Dessa vida tão regrada
Direi aquilo que sinto
Escute-me, não ficarei calada
Hoje eu saio da redoma
Chutarei o pau da barraca
Você não manda no que eu penso
Não me diga que sou fraca
Se eu pinto o cabelo
Ou uso roupa apertada
Que lhe importa os meus defeitos?
Se estou certa ou errada?
Não me olhe como tolo
Já cansei de ser lesada
Lesada em meus sonhos
Que você diz serem ilusões
Lesada em meus sentimentos
Por tamanhas decepções
Hoje eu saio da redoma
Na qual eu estava
Talvez para me proteger do mundo
ou somente das suas palavras
Fique quieta! Você não sabe o que diz!
Já cansei, agora basta!
Se é auto-suficiente
que tal viver sozinho
sua vida deslumbrada?
Não me diga o que sou
Pois de mim nada conhece
Somente a ponta do seu próprio nariz
É onde enxergar consegue
Você não sabe o que é amar
Pois só ama a si mesmo
E o que mais dói é perceber
Que, pouco a pouco, estão lhe corroendo
As agruras do seu ser
Hoje eu sai da redoma
Não preciso mais dela
para distante me manter
da poeira que há em você.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Soltando o verbo
Gente
que trabalha de sol a sol
e planeja um futuro
diferente do presente
Gente
Que tem tantos motivos para chorar
mas segue em frente
Sua vida de trabalho
em que com pouco se faz contente
Gente
Oprimida, desmotivada
Pela antiga bandalheira
Banda podre da humanidade
A ladroagem costumeira
Eleitos pelo povo
Mergulham na sujeira
Perpetuam com seus atos
A miséria brasileira
Nas filas dos hospitais
em macas e no chão
Debaixo do viaduto
Ou em meio a um lixão
Olha! É gente!
Lançados à margem
de uma sociedade demente
Deveriam ser respeitados
por "ser gente"
Que incoerente!
São chamados "carentes"
Porque não recebem o mínimo
Para uma vida decente
Gente
que só deseja ser feliz
ter família e trabalho
Mas sofre com o descaso
Imposto pelo influente
Que segue mandando
na vida da gente
Roubando os sonhos
De uma sofrida gente
Que luta, que chora
por um futuro
e nem mesmo sente
que o seu futuro
para eles continua sendo:
Indiferente!
que trabalha de sol a sol
e planeja um futuro
diferente do presente
Gente
Que tem tantos motivos para chorar
mas segue em frente
Sua vida de trabalho
em que com pouco se faz contente
Gente
Oprimida, desmotivada
Pela antiga bandalheira
Banda podre da humanidade
A ladroagem costumeira
Eleitos pelo povo
Mergulham na sujeira
Perpetuam com seus atos
A miséria brasileira
Nas filas dos hospitais
em macas e no chão
Debaixo do viaduto
Ou em meio a um lixão
Olha! É gente!
Lançados à margem
de uma sociedade demente
Deveriam ser respeitados
por "ser gente"
Que incoerente!
São chamados "carentes"
Porque não recebem o mínimo
Para uma vida decente
Gente
que só deseja ser feliz
ter família e trabalho
Mas sofre com o descaso
Imposto pelo influente
Que segue mandando
na vida da gente
Roubando os sonhos
De uma sofrida gente
Que luta, que chora
por um futuro
e nem mesmo sente
que o seu futuro
para eles continua sendo:
Indiferente!
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