represa de versos
pronta a fluir
irrompe às margens
abre espaços
seu direito está ali
o idioma do amor
por vezes faz-se
inexprimível
um olhar
comove o peito
embriaga alma
sob a pele o braseiro
chora
poeta que sente
sensível o mundo toca
suas artérias, mente
vias lacrimais
transborda o poeta
alma, pássaro, luz
lua, claro, escuro
rio, riacho, cascatas
no idioma do amor
o sangue
seguindo a correnteza
adquire personalidade
tudo ao redor é arte
/ Vida
em pauta /
insondável canção
Para a amiga Carmen Silvia Presotto e todos os amigos Vidráguas. Feliz dia do Poeta. bjussss
20/10/2012
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