Ísis percebeu que os dois vinham em sua direção e ficou confusa imaginando o que estavam fazendo. Eles vinham do jeito que se encontravam: Lívia com os peitos lindos para fora e Marcos só de cuecas brancas que, a essa altura, estavam transparentes, mostrando o seu pênis moreno ereto. Ao se aproximarem de Ísis, três passos antes, Marcos falou: - O que está fazendo aqui?, ao que ela somente respondeu: - Não dá para perceber? Estou tomando sol. O homem se aproximou dela e disse em seu ouvido: - Sei que você estava olhando a nossa transa e imagino, porque eu lhe conheço, que está doidinha de tesão. Ísis, com ar de deboche disse: - O que você fazia com ela já fez comigo muitas vezes. Grande coisa! Marcos segurou o braço de Ísis de uma maneira pouco agressiva e disse: - Eu fiz sim e todas as vezes que eu fiz você gostou tanto que me ligava no outro dia para falar que se masturbava pensando em mim. Ísis continuou provocando Marcos com palavras de desprezo até que ele a puxou para si sob o olhar atento de Lívia, que se roía de inveja e desejo. Ísis disse: - Agora você pega mulher a força? Ao que Marcos respondeu: - Não é preciso força e, logo em seguida, abaixando a calcinha dela, olhou e viu que estava completamente encharcada. Marcos com o pênis extremamente duro e latejante, aproximou-se daquela buceta molhada e encostou o pau duro nela ao que Ísis disse. - Hummm!!! Ele continuou provocando, passando a piroca em sua vagina que, de tão molhada, escorregava. Nesse momento Lívia disse: - E eu? Vou ficar só olhando? Eu quero também Marcos. Esse, disse: - Ísis, você aceita que ela venha. Ísis, arfando e já com as pernas semi-abertas disse: - Venha Lívia! A moça quase tomou um tombo ao subir apressada na pedra lisa onde os dois, Marcos e Ísis, já estavam se beijando e lambendo, e o moço esfregava em Ísis "seu material do bom", pau moreno e duro, latejante, completamente alucinado de tesão feito um cão no cio. As duas cadelas, ops, assim Ísis gostava de ser chamada quando estava fazendo sexo selvagem com um cara. Ela nunca tinha experimentado transar com uma mulher a não ser as sacanagens junto com suas primas dentro da piscina, quando tocavam uma a outra e se olhavam com malícia, depois se esfregavam na hora de dormir. Naquele momento, ao se aproximar de Ísis, Lívia logo correu aos seios da jovem, seios de bico marrom-claro, tão diferentes dos seus, mas interessantes do mesmo jeito. Lívia sugava a colega e gemia, sua buceta já escorria mesmo com a calcinha ainda. Lívia gemia e gemia, passava a mão por Ísis enquanto Marcos a penetrava fortemente. Ao chegar em sua seu púbis, Lívia vê o pênis de Marcos penetrando a vagina rosa de Ísis, ao que estremece e, em um solavanco só, retira o membro e o coloca na boca. Ísis vê a atitude da colega e a pega por trás, retirando a sua calcinha totalmente molhada e abocanhando a buceta já tão úmida e deslizante que o gosto era inebriante e a sensação de consumir a colega fazia com que seu peito ardesse. Assim ela mordiscava o clitóris e apertava a bunda de Lívia que gemia, contorcia-se e chupava o pau de Marcos desenfreadamente. Marcos então manda as duas que se virem para ele, de quatro, visão tão fantasticamente sensual que lhe deixou atordoado, então elas atenderam a esse comando mais que depressa. Dessa forma, Marcos olhava as duas por trás, uma com aquela vagina rosa, outra da cor de jambo, moreninha e sem pelinhos, as duas preparadas, lubrificadas e piscando feito estrelas em uma noite clara. Marcos não se conteve e colocou primeiro em Lívia, segurando em sua cintura e mexendo de forma compassada, sentindo o calor úmido daquela vagina jovem, indecente, comendo o seu pau com toda satisfação possível. Ísis olhava o prazer no rosto de Lívia e lhe acariciava os seios, beijava-a e falava coisas promíscuas em seu ouvido, mordia a nuca da colega que acolhia os arremessos de Marcos, empinando a bunda bem firme, assim, Lívia soltava palavras desconexas e se balançava cada vez mais no encaixe do pau de Marcos. As mordidas de Ísis iam aumentando, ela arranhava as coisas da colega e se pós debaixo dos dois onde lambia o clítoris de Lívia enquanto Marcos penetrava, tirava o membro e colocava na boca de Ísis que chupava o pênis, soltava-o e continuava chupando com gosto a buceta da colega que gania de prazer. Ísis, malandra, colocou o dedo no ânus da colega e o movia devagarinho. Nesse exato momento, Lívia gozou forte ao mesmo tempo que se contorcia. Ísis a apertou contra si e esfregou a buceta com toda vontade na colega arfante. Marcos, não se fazendo de rogado, aproveitou e, como ainda não tinha gozado, tirou Lívia de cima de Ísis e, abrindo suas pernas ao alto, colocou o pau e socou com todo tesão. Ísis pedia mais e ainda chupava os seios de Lívia que lhe acariciava e dizia o quanto Ísis era gostosa e linda. Marcos via Ísis se masturbando, beijando a colega, apertando os seus seios enquanto movia o quadril de encontro ao pau dele. Ao segurar firme os seios da colega nas mãos e os chupar, Marcos derramou o gozo dentro de Ísis, gemendo bem alto e ainda arremetendo para deixar tudo dentro da safada. Ísis sentiu o gozo de Marcos, um gozo morno que lhe acalentava as entranhas, continuou se masturbando e puxando o pênis do cara para dentro de si. Depois de alguns minutos em que Lívia a ajudava, Ísis gozou escandalosa e sensualmente, com um gemido longo e tremuras que lhe subiam pela barriga e braços. Os três abraçaram-se, beijaram-se, logo em seguida lavaram-se no rio e se despediram. Aquele dia ficara marcado na mente de Ísis, Lívia e Marcos, jamais se veriam da mesma forma. Encontravam-se às escondidas pelos cantos do colégio, nas ruas desertas, em motéis. Transavam entusiasmadamente e se descobriam, satisfaziam-se de maneira mútua. Talvez fosse amor. Marcos dizia que adorava as duas, que não ia conseguir viver sem elas, que eram suas princesas, a satisfação do seu corpo, das suas mais ardentes fantasias. Passados os anos de colegial, o clima entre os três foi esfriando. Ísis encontrara um jovem em uma viagem e se apaixonou por ele, esse que ainda é seu companheiro atual. Lívia e Marcos não prosseguiram. Ela foi para outro Estado fazer faculdade de Medicina e ele se tornou Músico. Os caminhos dos três cruzaram-se literalmente, porém, depois daquela aventura Ísis nunca mais reviveu o ato triplo. Como ela mesma pensava: Havia tornado-se careta e mulher de um homem só. Quando pensava nessa frase ria e exclamava: - Mulher de um homem só, mas com muitas Lívias, Marcos, Claras e Marias na cabeça e, principalmente, nos dedos e brinquedinhos que adorava.
*
Exponho-te o desejo manifesto
néctares úmidos entre-pernas
incandescentes
somos nós
fricção e aperto
provocando o lampejo
elucidando vínculos
somos o vinco
o corte queimante
mais que amantes
somos Tudo
e o mundo assim habita
em gozo que se sente
do umbigo faz taça
percorre a barriga
esperma sobre peles
caminha
alisa e não mente
sobe à cabeça
em ondulações quentes
perdido estás
navegante atônito
voraz importa-se aperta
da Vênus o Triângulo
hummmm!!!
Joice Furtado - 16/08/2012
O Chão é Cama
O chão é cama para o amor urgente,
amor que não espera ir para a cama.
Sobre tapete ou duro piso, a gente
compõe de corpo e corpo a úmida trama.
E para repousar do amor, vamos à cama.
Carlos Drummond de Andrade